Salário médio de corretor imobiliário

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Depois de construir seu negócio e começar a receber cheques de comissão constantes, você pode alocar uma certa quantia para esforços de marketing, como mala direta, anúncios, presentes, programas de gerenciamento de clientes, serviços de e-mail, etc. O mais importante é o fato de que você pode não ver um cheque de comissão nos primeiros meses. Mas despesas como moradia, alimentação e gasolina continuam. Você pode ter um emprego de meio período quando começar seu negócio para cobrir essas despesas ou, melhor ainda, se tiver reservas disponíveis para cobrir essas despesas enquanto se concentra em tempo integral em iniciar seu negócio.

É recomendado que novos agentes sem uma fonte adicional de renda tenham seis meses de economia, economia suficiente para cobrir suas despesas enquanto você espera que seu negócio se torne lucrativo. Em 2022, o salário médio nacional de um corretor imobiliário era de 65 mil dólares, de acordo com os agentes imobiliários entrevistados. Alguns corretores imobiliários ganham salários muito mais baixos e outros ganham salários muito mais altos.

O salário médio de um corretor imobiliário flutua de ano para ano porque seu pagamento é baseado em comissão. Isso significa que a quantia de dinheiro que você ganha por ano é baseada em quantas propriedades você vende e quanta parte da comissão você recebe em cada venda. Os recebimentos funcionam assim: quando uma venda de propriedade é concluída, um agente imobiliário ganha uma comissão sobre a venda que é uma porcentagem do preço de venda.

Essa comissão é então dividida entre a imobiliária do comprador e a imobiliária do vendedor e, em seguida, entre o agente e o corretor. Sua renda final também pode variar dependendo de quantas horas você dedica, seu nível de licenciamento e treinamento e em que parte do país você trabalha.

Se você quiser ir sozinho, existem alternativas ao uso de um corretor de imóveis, principalmente para vendedores.

Muitas casas são oferecidas “à venda pelo proprietário” ou FSBO – um acordo que envolve listar e coordenar a venda de sua casa sem a assistência de um agente. No entanto, as vendas FSBO tendem a ter preços mais baixos do que as assistidas por agentes. Se você precisa vender sua casa rapidamente , pode entrar em contato com um iBuyer, como Offerpad ou Opendoor, para obter uma oferta instantânea em dinheiro.

O processo é simples, mas, novamente, você provavelmente obterá um preço mais baixo do que em uma venda tradicional. Ao escolher um agente de imobiliária, faça uma lista de candidatos que podem funcionar para você e faça as perguntas certas para decidir se eles são adequados. Preste atenção em como eles respondem às suas perguntas: se eles parecerem agressivos, desconhecidos ou apresentarem qualquer outra bandeira vermelha, elimine-os de sua lista de opções.
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Depois de encontrar a combinação certa, você estará um grande passo mais perto de entrar em uma nova casa – ou vender a que já possui. Como encontrar o corretor de imóveis certo para você – Entreviste pelo menos três agentes em potencial e escolha aquele que representará seus interesses durante todo o processo.

 

A dinâmica da diversificação geográfica como escudo contra riscos sistêmicos locais

Você já se perguntou por que, durante uma crise cambial ou um solavanco político específico do seu país, o seu patrimônio parece encolher enquanto o noticiário internacional mostra outros mercados seguindo caminhos completamente distintos? Há alguns anos, um conhecido meu decidiu colocar todas as suas economias em um único banco local, confiando cegamente no desempenho de ações de empresas brasileiras que eram referência no setor de commodities. Quando o cenário doméstico virou, ele viu seu poder de compra ser corroído pela inflação e pela desvalorização da moeda ao mesmo tempo. Ele não tinha para onde correr.

A lição que ele aprendeu, da maneira mais difícil, é que estar exposto a apenas uma economia — por mais que você a conheça bem — é como navegar em um barco que possui apenas um casco. Se houver um furo, tudo afunda.

A falácia do investimento doméstico exclusivo

O ser humano tem uma tendência natural ao viés de familiaridade. Preferimos investir no que vemos na nossa rua, na empresa que usamos os serviços e no banco que tem uma agência na esquina. Isso traz conforto psicológico, mas é um risco silencioso. Quando você concentra todo o seu capital em ativos de um único país, você está atrelado ao risco-Brasil, ou seja, a todas as instabilidades políticas, fiscais e regulatórias daquela jurisdição específica.

Se o governo local decide mudar regras tributárias, elevar juros de forma inesperada ou se a moeda sofre uma desvalorização severa, o seu patrimônio sente o impacto diretamente. A diversificação geográfica não serve apenas para buscar retornos maiores em mercados estrangeiros; ela funciona como um seguro contra a fragilidade sistêmica do local onde você vive e trabalha.

O escudo da descorrelação de ativos

Para entender como isso funciona na prática, pense em um cenário onde o mercado de renda variável local entra em colapso devido a uma crise institucional. Se uma parcela do seu portfólio estiver em dólar, investida em ativos globais, como índices que replicam as maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos ou até mesmo em moedas digitais consolidadas como o Bitcoin — que, apesar da volatilidade, possuem uma lógica de mercado global e descentralizada —, você cria um contrapeso. https://broker.onilgroup.com.br/

A influência dos polos de tecnologia na transformação da demanda por imóveis residenciais compactos

Sabe aquele bairro que, há cinco anos, tinha apenas galpões abandonados e pouca circulação de pedestres, mas que hoje virou o endereço preferido de quem trabalha com desenvolvimento de software ou startups? Essa mudança não é coincidência. Quando uma empresa de tecnologia decide fixar uma sede ou um hub de inovação em determinada região, o mercado imobiliário ao redor sofre uma metamorfose quase instantânea.

O perfil de quem trabalha nesse ecossistema é muito específico. São profissionais com horários flexíveis, que valorizam a mobilidade urbana e, principalmente, que não querem gastar horas do seu dia no trânsito. É aqui que entra a alta procura por imóveis residenciais compactos.

A mudança na lógica do espaço privado

Antigamente, o sonho da casa própria passava quase obrigatoriamente por metragens amplas, varandas gourmet enormes e três ou quatro dormitórios. Para o profissional da tecnologia, contudo, o “lar” funciona quase como uma extensão do escritório ou um refúgio de descanso rápido. Um estúdio de 30 ou 40 metros quadrados, bem planejado e localizado a poucos minutos de caminhada de um polo tecnológico, torna-se muito mais valioso do que uma casa espaçosa no subúrbio.

Essa demanda por compactos não acontece apenas pela praticidade. Existe uma mudança cultural clara: esses moradores preferem pagar por localização e serviços agregados — como lavanderia compartilhada, espaços de coworking no térreo e bicicletários — do que manter uma estrutura residencial grande que exige manutenção constante. Para o investidor, isso é um prato cheio. Imóveis compactos em áreas de alta empregabilidade tecnológica possuem uma vacância quase nula e uma liquidez muito superior à de apartamentos de alto padrão familiar.

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O efeito multiplicador da infraestrutura local

Não é apenas o imóvel em si que se transforma. A vizinhança ao redor desses polos começa a oferecer serviços que atendem a um público que vive “na rua”. Restaurantes com opções de almoço rápido, cafeterias que funcionam como estações de trabalho e academias que abrem cedo ou fecham tarde passam a ditar o ritmo da região.

Pense no exemplo do bairro Pinheiros, em São Paulo, ou de certas áreas em Florianópolis. Quando a tecnologia aporta, o comércio local se qualifica. E quando o comércio se qualifica, a valorização imobiliária deixa de ser apenas uma especulação e se torna uma realidade lastreada por infraestrutura real. Um corretor de imóveis experiente sabe que, ao analisar um imóvel perto de um hub tecnológico, o valor do metro quadrado não está apenas na parede de tijolos, mas na conveniência que o entorno oferece.

Como identificar oportunidades reais

Se você está pensando em investir, o segredo é olhar para o fluxo de pessoas e não apenas para o preço do imóvel. Muitas vezes, o potencial de valorização está escondido em prédios antigos que podem ser retrofitados para o formato de compactos, ou em lançamentos que focam exatamente nessa fatia de mercado.

Um erro comum é ignorar a conectividade. O público tech não tolera longas distâncias. Se o imóvel não estiver em um raio de caminhada ou de fácil acesso por transporte público de qualidade em relação ao polo de inovação, o apelo cai drasticamente. Além disso, observe a tecnologia do próprio prédio. Fechaduras eletrônicas, automação residencial e internet de altíssima velocidade são itens que deixaram de ser luxo para virar requisito básico.

A verdade é que o mercado imobiliário sempre respondeu a ciclos econômicos, mas a influência da tecnologia criou uma categoria de imóvel que ignora, em parte, as crises de mercado tradicionais. Enquanto houver inovação concentrada em polos geográficos, a busca por moradias que facilitem a vida desses profissionais continuará ditando as regras do jogo. Para quem compra ou vende, entender essa dinâmica é a diferença entre um ativo parado e um investimento que trabalha constantemente a seu favor.

O preço da tranquilidade: como a reserva de emergência compra a sua liberdade de dizer “não” a situações abusivas

Quantas vezes você já aceitou uma demanda absurda ou tolerou um ambiente de trabalho tóxico simplesmente porque o saldo da sua conta corrente não suportaria trinta dias de inatividade? A verdade nua e crua é que, sem liquidez imediata, sua autonomia é uma ilusão. No jargão financeiro, falamos muito sobre rentabilidade e busca pelo “alfa”, mas negligenciamos o ativo mais valioso de qualquer portfólio: a capacidade de dizer “não”. A reserva de emergência não é um investimento focado em maximizar o patrimônio; ela é um seguro contra a volatilidade da vida. Tecnicamente, estamos falando de um montante equivalente a, no mínimo, seis meses do seu custo de vida — não do seu salário bruto, mas das despesas reais necessárias para manter sua operação pessoal rodando. Se o seu “burn rate” mensal é de R$ 5.000,00, sua barreira de proteção começa em R$ 30.000,00. A alocação desse capital exige rigor técnico. Aqui, o tripé dos investimentos (segurança, liquidez e rentabilidade) pende drasticamente para os dois primeiros. O erro mais comum que vejo em investidores iniciantes é tentar “apimentar” a reserva com ativos de renda variável ou criptoativos de alta volatilidade. Imagine precisar resgatar o valor de um conserto emergencial no carro justamente em uma semana de “crash” do Bitcoin ou durante um circuit breaker na B3. Você seria forçado a realizar o prejuízo, vendendo na baixa por pura necessidade de caixa. Para uma gestão eficiente da reserva, o foco deve estar em instrumentos pós-fixados com liquidez diária (D+0 ou D+1). O Tesouro Selic é o padrão-ouro por ser o ativo de menor risco de crédito do país, mas CDBs de bancos sólidos que paguem pelo menos 100% do CDI também cumprem bem o papel. O importante é que o indexador acompanhe a taxa básica de juros, protegendo o poder de compra contra a inflação galopante sem expor o montante a oscilações bruscas de marcação a mercado. Considere este cenário real: um analista sênior, altamente qualificado, é submetido a uma reestruturação onde sua carga horária dobra sem compensação, sob ameaça implícita de demissão. Se ele possui uma reserva de 12 meses aplicada em um fundo DI de baixa taxa de administração, ele detém o poder de negociação. Ele pode buscar uma transição de carreira com calma, sem o desespero que leva a decisões financeiras desastrosas, como o uso do rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial — cujos juros compostos trabalham contra você de forma devastadora.

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Abaixo, uma breve anatomia de onde NÃO colocar sua reserva: LCI/LCA: Embora isentas de IR, muitas possuem carência de 90 dias ou mais. Emergências não esperam 90 dias. Ações e FIIs: A volatilidade do preço de tela pode corroer 20% do seu patrimônio em dias. Reserva requer previsibilidade. Imóveis: O ativo de menor liquidez do mercado. Você não vende um quarto para pagar uma cirurgia. Uma vez estabelecida essa fundação, a mentalidade financeira muda. Você para de operar no modo “sobrevivência” e passa a operar no modo “estratégia”. Com o caixa de segurança garantido, o excedente pode, então, ser direcionado para a construção de patrimônio real: aportes mensais em uma carteira diversificada de ações, dividendos e até uma exposição controlada a Ethereum ou Bitcoin para capturar a assimetria tecnológica. A liberdade financeira não começa quando você se aposenta; ela começa no momento em que você tem dinheiro suficiente para não ser escravo de circunstâncias abusivas. É a diferença entre aceitar uma migalha por necessidade e escolher o banquete por mérito. Construir essa reserva é o primeiro passo técnico para quem deseja deixar de ser um passageiro das decisões alheias e assumir o controle do próprio destino financeiro.

Do FOMO à estratégia: como sobreviver psicologicamente à montanha-russa do mercado cripto

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Você já sentiu aquele frio na barriga ao ver uma barra verde gigantesca no gráfico do Bitcoin enquanto seus grupos de WhatsApp explodem com prints de lucros estratosféricos? Ou, pior, aquela pontada no estômago quando acorda e percebe que seu patrimônio em Ethereum “encolheu” 15% enquanto você dormia? Se a resposta é sim, bem-vindo ao clube. Você não está sozinho, mas talvez esteja jogando o jogo do jeito mais difícil.

O grande problema do investidor iniciante — e de muitos veteranos que ainda não aprenderam a lição — é tratar o mercado de criptoativos como um cassino de alta velocidade. O FOMO (Fear of Missing Out, ou o medo de ficar de fora) é um mecanismo biológico ancestral. Nosso cérebro é programado para seguir a manada porque, na savana, ficar para trás significava virar almoço. No mercado financeiro, porém, seguir a manada geralmente significa comprar no topo e vender no desespero. Para sobreviver psicologicamente a essa montanha-russa, o primeiro passo não é técnico, é estrutural. Imagine que você está construindo um prédio.

Você começaria pelo heliponto na cobertura ou pelos alicerces de concreto? Cripto é o heliponto. Antes de sequer abrir uma conta em uma exchange, sua organização financeira pessoal precisa estar blindada. Sem uma reserva de emergência sólida em ativos de baixíssimo risco e alta liquidez, como um CDB de liquidez diária ou Tesouro Selic, você é um alvo fácil para o pânico. Quando o mercado cai e você precisa daquele dinheiro para pagar o aluguel, a matemática perde para o desespero.

Entre o código e o contrato: O que muda na sua segurança ao migrar da Renda Fixa para os Criptoativos

Sabe aquela sensação de conforto quando você abre o aplicativo do banco e vê o saldo do seu Tesouro Direto ou de um CDB prefixado? Esse sentimento não vem do nada. Ele é ancorado em séculos de direito contratual. Você confia porque existe um contrato, uma instituição com sede física, um CNPJ e, acima de tudo, o braço forte do Estado ou do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) te dando um “abraço” de segurança. Mas, o que acontece quando você decide atravessar a fronteira e colocar os pés no terreno dos criptoativos? A mudança é muito mais profunda do que apenas trocar a volatilidade baixa pela montanha-russa do Bitcoin. A verdadeira virada de chave está na natureza da sua segurança: você sai do mundo dos contratos assinados por humanos e entra no mundo do código executado por máquinas. Na Renda Fixa tradicional, sua segurança é institucional. Se o banco cometer um erro, você liga para o gerente, abre um chamado no SAC ou, em última instância, aciona a justiça. O sistema é feito para ser reversível e mediado. Já no mercado cripto, a regra de ouro é “Code is Law” (o código é a lei). Se você envia seus Ethereums para o endereço errado ou perde suas chaves privadas, não existe um “esqueci minha senha” que vá te salvar. A mesma tecnologia que te dá liberdade total e te livra de taxas abusivas é a que te exige uma responsabilidade que a maioria de nós desaprendeu a ter. Imagine o seguinte cenário: você investe R$ 10.000 em uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário). O banco quebra. O que você faz? Respira fundo, espera o rito do FGC e, dentro de algum tempo, recebe seu dinheiro de volta até o limite garantido. Agora, imagine que você comprou R$ 10.000 em Bitcoin e decidiu guardar em uma carteira própria (self-custody), mas anotou suas 12 palavras de recuperação em um papel que sua mãe jogou fora na faxina. Nesse caso, não há FGC, não há processo judicial e não há CEO da rede Bitcoin para quem reclamar. O código simplesmente não se importa com seus sentimentos ou com o erro humano. Essa transição exige uma mudança de mentalidade financeira. Migrar para cripto sem entender essa diferença é como pular de um transatlântico seguro para um caça supersônico sem ler o manual de instrução. Para quem está começando a diversificar, o segredo não é escolher um ou outro, mas entender como eles se complementam na construção de patrimônio: Renda Fixa como o seu porto seguro: Ela serve para sua reserva de emergência e para aqueles objetivos de curto prazo onde você não pode se dar ao luxo de perder um centavo do principal. É onde a inflação é combatida com previsibilidade.

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Criptoativos como o motor de crescimento: É aqui que você busca a assimetria de lucros. Mas a segurança aqui não vem de um papel assinado, vem da sua capacidade de gerenciar riscos e entender a tecnologia. Se você é o tipo de investidor que ainda sofre para organizar o orçamento pessoal ou que se desespera com uma oscilação de 2% na Bolsa de Valores, talvez o mercado cripto ainda seja um passo ousado demais. A educação financeira clássica — aquela de controlar gastos e entender juros compostos — é o alicerce. Sem ela, a autonomia das criptomoedas vira uma armadilha. No fim das contas, a segurança nos investimentos é uma percepção pessoal. Para alguns, seguro é o que o governo garante. Para outros, seguro é o que a matemática da blockchain torna imutável. O segredo para não perder o sono é simples: nunca coloque no “código” aquilo que você não pode perder caso esqueça o “contrato” de responsabilidade consigo mesmo.

O que observar no contrato de compra e venda: Cláusulas de risco

Fechar um negócio imobiliário é um momento de celebração, mas a empolgação não pode atropelar a cautela. O contrato de compra e venda é o documento que protege tanto o comprador quanto o vendedor. Por isso, ignorar as “letras miúdas” pode resultar em prejuízos financeiros graves. Confira abaixo as principais cláusulas de risco que você deve analisar com lupa antes de assinar: 1. Descrição do Imóvel: “Ad Corpus” ou “Ad Mensuram”? Esta cláusula define se você está comprando o imóvel pelo que ele é visualmente (Ad Corpus) ou pela sua medida exata em metros quadrados (Ad Mensuram). Se o contrato for Ad Mensuram e a área real for menor do que a descrita, você tem direito a exigir o complemento da área ou abatimento no preço. No modelo Ad Corpus, pequenas diferenças de metragem não geram indenização. 2. Multas e Penalidades Fique atento às porcentagens. É comum estabelecer uma multa de 10% sobre o valor do débito em caso de atraso no pagamento. Além disso, verifique a cláusula de rescisão (distrato): quanto será retido se uma das partes desistir? A Lei do Distrato Imobiliário traz regras específicas para imóveis na planta que precisam ser respeitadas. 3. Cláusula de Evicção A evicção ocorre quando o comprador perde o imóvel por conta de uma decisão judicial relacionada a um problema anterior à venda (como uma dívida antiga do vendedor). O contrato deve garantir que o vendedor responda pela evicção, assegurando que o comprador seja reembolsado caso surjam problemas jurídicos inesperados. 4. Prazo de Entrega e Carência Para imóveis na planta, a cláusula de tolerância de 180 dias é padrão, mas deve estar clara.

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Observe se existem gatilhos que permitam atrasos maiores sem punição para a construtora e quais são os seus direitos de indenização caso o prazo seja descumprido. 5. Certidões e Débitos Anteriores O contrato deve ser explícito ao dizer que o imóvel será entregue livre e desembaraçado de quaisquer ônus (IPTU, condomínio, hipotecas). Exija que a entrega das certidões negativas seja uma condição para o pagamento das parcelas principais. Dica de ouro: Nunca assine um contrato com pressa. Se houver termos técnicos que você não compreende, busque o auxílio de um advogado especializado ou de um corretor de confiança. A prevenção é o melhor investimento no mercado imobiliário.

O que é a Helium (HNT) e a rede sem fio descentralizada

Aqui está um artigo direto e focado para o seu blog: O que é a Helium (HNT) e a rede sem fio descentralizada Se você acompanha o mercado cripto além do Bitcoin e do Ethereum, já deve ter ouvido falar da Helium (HNT). Conhecida como “The People’s Network” (A Rede das Pessoas), a Helium está mudando a forma como nos conectamos ao mundo digital, utilizando a tecnologia blockchain para criar uma infraestrutura de rede sem fio global. O que é a Helium? Diferente das operadoras de telecomunicações tradicionais que investem bilhões em torres de celular, a Helium é uma rede descentralizada.
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Ela permite que indivíduos comuns instalem dispositivos chamados Hotspots em suas casas ou escritórios para fornecer cobertura de rede sem fio para dispositivos de baixa potência, como sensores inteligentes e rastreadores (a famosa Internet das Coisas ou IoT). Como a rede funciona? A mágica acontece através de um algoritmo exclusivo chamado Proof-of-Coverage (PoC) ou Prova de Cobertura. 1. Mineração física: Ao instalar um Hotspot, você fornece sinal de rádio para a rede.

2. Recompensas em HNT: A rede verifica automaticamente se o seu dispositivo está realmente oferecendo cobertura. Se estiver tudo certo, você é recompensado com o token nativo da rede, o HNT. Diferente do Bitcoin, que exige um alto consumo de energia para minerar, a Helium utiliza uma frequência de rádio baixíssima, tornando o processo sustentável e acessível.

Alienação parental: as cicatrizes invisíveis que a legislação tenta prevenir

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O silêncio no banco de trás do carro durante um final de semana de visitas pode ser mais ensurdecedor do que qualquer grito. Para muitos pais e mães que enfrentam o fim de um relacionamento, o verdadeiro campo de batalha não é a divisão de bens ou a conta bancária, mas o coração e a mente dos filhos. Quando um dos genitores inicia uma campanha de desconstrução da imagem do outro, não estamos falando apenas de “mágoa de ex”; estamos entrando no terreno perigoso da alienação parental. A alienação parental é um processo de lavagem cerebral emocional. É o uso da criança como arma de arremesso, onde um dos pais tenta romper os laços afetivos do filho com o outro genitor. O problema é que, nessa guerra, a munição é o bem-estar psicológico de quem deveria ser protegido. O que a lei diz sem usar “juridiquês” No Brasil, a Lei 12.318/2010 foi criada justamente para colocar um freio nessas condutas. A legislação não serve para punir o desamor, mas para garantir que o direito da criança de conviver com ambos os pais seja preservado. O texto legal descreve a alienação como a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente para que ele repudie o genitor ou para que se cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos. Existem comportamentos clássicos que acendem o alerta vermelho no Judiciário: Dificultar o contato da criança com o outro pai ou mãe; Omitir informações escolares ou médicas relevantes; Apresentar falsas denúncias para afastar o convívio; Mudar-se para locais distantes sem justificativa, apenas para dificultar as visitas. Um cenário comum: a desqualificação sutil Imagine a seguinte situação: Maria e João se separaram. Sempre que o filho do casal, de sete anos, volta da casa do pai, Maria faz comentários como: “Puxa, seu pai comprou esse brinquedo? Pena que ele não paga a escola em dia”. Ou então: “Ele vai viajar de novo? É, ele sempre preferiu o trabalho à nossa família”. Pode parecer um desabafo inofensivo, mas para uma criança, isso é devastador. Ela começa a sentir culpa por amar o pai. Ela passa a acreditar que, para ser leal à mãe, precisa rejeitar o outro lado. Esse é o início das cicatrizes invisíveis. Com o tempo, a criança pode desenvolver ansiedade, depressão e uma dificuldade enorme de confiar em relacionamentos futuros.

A intervenção do Estado e as medidas práticas Quando um processo de alienação parental chega ao tribunal, o juiz não decide com base apenas em depoimentos apaixonados. Geralmente, entra em cena a equipe multidisciplinar — psicólogos e assistentes sociais — que realiza perícias para entender o que é fala da criança e o que é repetição do discurso do adulto. As medidas previstas na lei são progressivas. Podem começar com uma advertência, passar pela ampliação do regime de convivência familiar em favor do genitor alienado, estipulação de multa e, em casos extremos, a alteração da guarda ou até a suspensão da autoridade parental. No entanto, o Direito moderno tem buscado caminhos menos traumáticos. A mediação e a conciliação ganham força aqui. Muitas vezes, o alienador nem percebe o dano que está causando; ele está cego pela própria dor do luto da separação. Mostrar que o filho precisa de “dois portos seguros” e não de um tribunal permanente em casa é o primeiro passo para a cura familiar.